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Você que é malpassado e que não vê!
de As Olívias | Quarta, 1 de Novembro de 2006
Bom, como a Mari já contou aqui, a última semana não começou muito bem. Além do carro roubado, uns probleminhas burocráticos que fazem a gente desejar viver só no palco, palitando, sem ter nunca que se preocupar com TODO o resto que envolve uma produção teatral. Ainda bem que a gente faz humor e, acreditem, sempre encontramos algum motivo pra rir no fim. E se nós não nos divertirmos, quem se divertirá conosco, não é mesmo? Aliás, essa tem sido uma regra nas nossas criações: antes de mais nada, nós temos que AMAR o que fazemos. Começou a pensar demais na cena, teorizar o arco tangente do riso elipsoidal da hipotenusa cômica, já era.
Ainda bem que tivemos ótimas alegrias pra compensar tudo: no dia 21/10, já tínhamos recebido nossos companheiros do Comédia ao Cubo, que, apesar de estarem ao quadrado, garantiram ótimos momentos, como esses aí abaixo*. Nós nos atrapalhamos um pouquinho no nosso primeiro dia com convidados: esquecemos de anunciá-los no início, erramos a entrada da cena, mas, como diria o Shane, o erro na comédia sempre pode ser bom!
E, no sábado passado, tivemos o grande prazer de receber os Barbixas. Como bem disse a Sheila, nossa Olívia Amarela, se o nosso grupo fosse só de homens, gostaríamos de ser que nem eles. Às vésperas do pleito do dia 29, os rapazes nos presentearam com uma cena fantástica de um debate eleitoral que agradou em cheio o público do Folha, que ainda ganhou de brinde um narizinho de palhaço pro dia seguinte. Apesar de longo (a gilhotina vai ter que cair mais uma vez impiedosa sobre nosso roteiro), o espetáculo foi muito bom, com as Magrelas palitando de São Judas Tadeu, o santo das causas imposssíveis, até a separação do Gianechinni.
Bom, a noite terminou no nosso velho e bom Piollim - pra quem não conhece, uma cantina na Rua Augusta, nº 311, que, além de servir massas fantásticas, é um ponto de encontro da classe teatral e boêmia de São Paulo. Aliás, põe boêmia nisso: a Regina, a proprietária, sempre muito simpática, costuma nos receber lá por volta das 3 da manhã, famintos e faladeiros.
Lá pelas tantas, nós e os Barbixas começamos a listar letras de música que cantávamos erradas com a maior convicção do mundo. Entre as pérolas:
Açaí, do Djavan: “Ao sair, do avião, som de besouro, um imã…”
Mais Djavan: “Mais fácil aprender japonês em praia…”
Lembra daquela música Palpite? Pois é, a Sheila achava que, na verdade, era uma ode aos pássaros: “E aí, o amor pode acontecer, De novo pra você, Alpiste…”
Mas ninguém supera a Andrea, nossa redatora. Coitada da Elis Regina: “É você que é malpassado e que não vê! É você que é malpassado e que não vê, que o novo sempre vem…”
* Todas as fotos desse post foram deliberadamente roubadas do Fotolog do nosso fã-clube - www.asolivias.nafoto.net, onde tem, inclusive, uma cobertura fantástica da nossa festa!
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Quarta, 1 de Novembro de 2006 at 09:35
As apresentações, têm sido maravilhosas, mesmo! E qualquer quadro que tiver que sair, deixará muita saudade.
Nossa! Por falar em música que cantamos errado, eu sou master em cantar errado as músicas em inglês. Quando eu era menor, surgiu a música “Ooops, I did it again”, da Britney (!!!) Spears. Tinha uma parte da música que eu entendia “I’m not dead in the sun” e quando eu vi o clipe - em que se passava no meio de uns planetas, parece-, só tive mais certeza desta frase. Só fui descobrir que era “I’m not that innocent” quando peguei o encarte do cd e vi que eu tinha viajado muito.
Quanto ao blog, está praticamente uma revista Caras!
Bjao.
Sexta, 3 de Novembro de 2006 at 15:33
Perai, gente. Como assim? Ela não fala malpassado na música mesmo?????
Mas as músicas do Djavan ainda são um clássico né.
Tem aquela assim “Amarelo deserto e seus senhores….” eu só descobri que eu cantava errado quando eu li o almanaque dos anos 80…
E ja tem lá, as fotos dessa semana.
beijos
Domingo, 5 de Novembro de 2006 at 23:57
Como vocês conseguem usar tomara-que-caia?
Terça, 12 de Dezembro de 2006 at 09:22
Eu tenho uma sugestão para as Olívias! Sabe aquela música: ” Na madrugada vitrola rolando um blues, tocando bbking sem parar…” Quando era pequena eu cantava: “Na madrugada vitrola rolando um blues, trocando de biquini sem parar..” hahaha
Sexta, 15 de Dezembro de 2006 at 01:40
Tô que nem a Mayra.
“Como assim? Ela não fala malpassado na música mesmo?????”
Tem uma outra, também.
Djavan:
“Tudo que Deus criou pensando em você. Fez a Via- Láctea, feixe de nossa luz”
Eu cantava (canto):
“Tudo que Deus criou pensando em você. Fez a Via- Láctea, fez os dinossauros”
Bjokas na testa!
Quarta, 10 de Janeiro de 2007 at 22:56
Uepaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!
Agora que vi… heuehueheu
Eu troquei as bolas, ops…
Na verdade…
Eu cantava:
“Tudo que Deus criou pensando em você. Fez a Via- Láctea, feixe de nossa luz”
E o certo é:
“Tudo que Deus criou pensando em você. Fez a Via- Láctea, fez os dinossauros”
*Comentário*
Essa parte da música é muito romântica. Imagine sua felicidade ao saber que Deus criou os dinossauros pensando em ti.
Quinta, 11 de Janeiro de 2007 at 08:58
“Feixe de nossa luz” foi realmente uma façanha! Mas o Djavan é sempre uma fonte inesgotável… Merecia uma cena, não?
Quarta, 20 de Janeiro de 2010 at 10:48
olha eu adoro vcs beijos pra vsc meninas thauuuuu manta um beijo pro os barbixas tambem